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quinta-feira, 12 de julho de 2012

Pierre Rolland vence 11ª etapa do Tour, Sky continua a dominar



Pierre Rolland venceu isolado a 11ª etapa do Tour de France 2012. Depois de vencer na etapa do Alpe d’Huez do Tour 2011, Rolland voltou a brilhar nos Alpes dando a segunda vitória consecutiva à sua equipa Europcar. O jovem Thibaut Pinot bateu ao sprint Christopher Froome pelo 2º lugar num grupo onde vinha Bradley Wiggins, Vincenzo Nibali e Jurgen Van Den Broeck.

Cadel Evans perdeu mais de um minuto para o camisola amarela, numa etapa onde se chegou a ver Froome a atacar o seu líder de equipa para momentos mais tarde abrandar o ritmo e voltar para junto do camisola amarela. Bradley Wiggins mantém a sua liderança na classificação geral com Froome agora a ocupar o 2º lugar. Rui Costa passou um dia difícil nas altas montanhas tendo terminado no 32º posto com mais de 14 minutos de atraso para o vencedor da etapa. Rui Costa ocupa agora o 19º lugar na classificação geral..

A Etapa


A verdadeira etapa dos Alpes da 99ª edição do Tour de France levou os ciclistas de Albertville a La Toussuire – Les Sybelles, num percurso montanhoso de 148 km. Com 4 contagens de montanha, duas delas de categoria especial, e chegada em alto, a etapa prometia muita ação e emoção. Houve um ciclista que não iniciou a etapa de hoje: Fabian Cancellara, que foi para casa ver o nascimento do seu 2º filho.

A 11ª etapa do Tour iniciou-se nos primeiros km de plano com várias tentativas de formação de fuga. Após 5 km, havia dois grupos de fugitivos com uma ligeira vantagem sobre o pelotão com mais de 30 ciclistas incluídos nesses dois grupos. Os dois grupos juntaram-se e ao km 10 tinham uma vantagem de 50 segundos sobre o pelotão, que ainda perseguia a fuga por parte da equipa da RadioShack.

A subida da Col de la Madeleine começou e enquanto os sprinters começam a ficar para trás, a fuga continuava indefinida, com ciclistas a serem apanhados pelo pelotão e outros a atacarem. Ao km 24 os homens da frente ainda só tinham uma vantagem de 45 segundos para o pelotão liderado pela Sky. Ao km 28 havia um grupo de 21 ciclistas na frente com 1 minuto de vantagem sobre o pelotão e onde se incluía grandes nomes, como Rolland, Alejandro Valverde, Peter Velits, Chris Anker Sorensen, Daniel Martin e Fredrik Kessiakoff. Outros ciclistas que tentavam juntar-se a este grupo incluíam Levi Leipheimer e Laurens Ten Dam.

Os fugitivos acabaram por se juntar e a sua vantagem para o pelotão ia lentamente aumentar à medida que o topo da Madeleine se aproximava. A 7 km do topo o grupo da frente tinha uma vantagem de 1’30 sobre o pelotão, enquanto era notícia o abandono de dois ciclistas da Vacansoleil, Lieuwe Westra e Rob Ruigh, e o ciclista Bauke Mollema da Rabobank.

Os homens da fuga atingiram o topo da montanha e houve luta pelos pontos da montanha, com Velits a passar à frente de Kessiakoff. O pelotão passou no topo com 2’55 de atraso. A descida longa de 20 km foi percorrida sem incidentes de maior.

Mais um abandono para a equipa da Vacansoleil, Gustav Larsson, enquanto a fuga atingia o sprint intermédio, que não foi disputado entre os ciclistas visto que não havia ninguém que lutasse pela classificação dos pontos. De seguida, os ciclistas enfrentaram a 2ª categoria especial do dia, Col de la Croix de Fer, logo no iníco havia ciclistas a perder o contato com o grupo da frente, como Michele Scarponi e Alexander Vinokourov. Outra notícia de abandono, desta vez Mark Renshaw.

A subida longa ia reduzindo o grupo da frente e no meio da ascensão restavam onze ciclistas com 4’10 de vantagem para o pelotão. Tejay Van Garderen atacava no pelotão, o que prometia mexidas por parte da BMC, e minutos depois era Cadel Evans a passar ao ataque. Atrás era a Sky a responder de forma organizada. Van Garderen dava tudo pelo seu líder, enquanto no pelotão muitos ciclistas não aguentavam o ritmo de perseguição da Sky e o grupo de favoritos ficava reduzido a 15/20 ciclistas.

Aimel Moinard, que fazia parte da fuga, deu uma pequena ajuda a Cadel Evans na sua tentativa de ganhar tempo ao camisola amarela, que mantinha-se rodeado de três colegas de equipa num grupo de apenas 9 ciclistas, onde se incluía Nibali e Van Den Broeck, Janez Brajkovic e o jovem francês Thibaut Pinot. Mas Evans não estava com a força suficiente para se manter na frente e apesar do grande trabalho de Van Garderen os homens da BMC eram apanhados pela armada da Sky a 5km do topo da contagem de montanha.

Na frente da corrida, e com o aproximar do topo, sobravam apenas 8 ciclistas, Kessiakoff, Chris Horner, Rolland, Tem Dam, Vasili Kiryienka, Robert Kisierlovski, Sorensen e Martin. No topo da contagem de montanha foi Kessiakoff a passar em primeiro a bater ao “sprint” Pierre Rolland. O grupo de favoritos, que foi crescendo com o aliviar do ritmo da Sky, passou no topo a 2’10 de atraso.

A descida foi efetuada sem incidentes, com ciclistas atrasados a entrarem no grupo de fugitivos e no grupo de favoritos. À entrada do Col du Mollard, Velits forçou o andamento da fuga quebrando o grupo de fugitivos, enquanto Michael Rogers da Sky continuava a fazer um grande trabalho a liderar o pelotão. No topo da contagem de 2ª categoria foi Rolland a cruzar no primeiro lugar, juntamente com Kiryienka e Kisierlovki e com 3 minutos de vantagem sobre o grupo de favoritos.

À entrada da última subida, Sorensen juntou-se ao trio da frente, mas o ciclista dinamarquês estava sempre no “elástico”. A 12 km da meta Brajkovic iniciou os ataques no grupo de favoritos, seguido por Pinot e Van Den Broeck. Na frente da corrida era outra vez Rolland a atacar e a liderar a corrida, enquanto Nibali lançava o seu ataque. A Sky respondia ao pôr Froome a trabalhar e rapidamente apanhou o homem da Liquigas.

Nibali voltou a atacar com 9 km da meta e Froome era outra vez responsável por perseguir o italiano. Nibali conseguia chegar ao grupo de Van Den Broeck, enquanto Wiggins liderava a perseguição num grupo onde só se encontravam Evans, Van Garderen, Frank Schleck e Froome. Rolland continuava sozinho na procura pela vitória na etapa e Evans mostrava sinais de fraqueza ao não seguir o ritmo do camisola amarela. O australiano ficava para trás com o apoio de Van Garderen na tentativa de minimizar as perdas ao mesmo tempo que Schleck também perdia o contacto com o duo da Sky.

O duo britânico juntou-se ao grupo de Nibali e no momento mais surpreendente da etapa, Froome atacou o grupo e deixou o seu líder para trás. Contudo, momentos depois Froome recebeu ordens pelo rádio, levantou o pé e voltou a colar-se ao grupo do camisola amarela. Entretanto, Thibaut Pinot aproveitou estes momentos para atacar o grupo de favoritos, mas o ataque era inconsequente, pois Froome voltava a colocar um ritmo muito forte.

A 2 km da meta, Pierre Rolland mantinha-se na posição ideal para vencer a etapa, com um minuto de vantagem para Chris Sorensen. Froome continuava a conduzir o grupo do camisola amarela com Evans a perder mais de um minuto. Pierre Roland vence a etapa, com Thibaut Pinot a fazer 2º e Christopher Froome 3º com 55 segundos de atraso para o ciclista da Europcar. Evans chegava no 11º lugar com mais de 1’20 de atraso para o camisola amarela.

As Classificações


Na grande etapa dos Alpes, foram várias as alterações e as diferenças de tempo entre os homens do top 20 da classificação geral. A figura mais importante a fraquejar foi Cadel Evans, que desceu para o 4º posto a 3’19. Dennis Menchov foi outro ciclista que perdeu muito tempo hoje e está fora do top10. Entretanto, outros ciclistas entraram no top10 como é o caso da dupla francesa Pierre Rolland e Thibaut Pinot e o ciclista da Astana Janez Brajkovic. Rui Costa perdeu hoje muito tempo e perdeu o seu 11º lugar, descendo para o 19º posto.

Bradley Wiggins mantém a camisola amarela, Peter Sagan mantém a camisola verde, Fredrik Kessiakoff recupera a camisola das bolinhas e Tejay Van Garderen mantém a camisola branca.

Classificação da etapa:
1.           Pierre Rolland (Fra) Europcar – 4:43:54
2.           Thibaut Pinot (Fra) FDJ-Big Mat – 0:00:55
3.           Christopher Froome (GBr) Sky – s.t.
4.           Jurgen Van Den Broeck (Bel) Lotto Belisol – 0:00:57
5.           Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas-Cannondale – s.t.
6.           Bradley Wiggins (GBr) Sky – s.t.
7.           Chris Anker Sorensen (Den) Saxo Bank-Tinkoff Bank – 0:01:08
8.           Janez Brajkovic (Slo) Astana – 0:01:58
9.           Vasili Kirryienka (Blr) Movistar – 0:02:13
10.        Frank Schleck (Lux) RadioShack-Nissan – 0:02:23
32.        Rui Costa (Por) Movistar – 0:14:13
89.        Sérgio Paulinho (Por) Saxo Bank-Tinkoff Bank – 0:32:25

Classificação geral:
1.           Bradley Wiggins (GBr) Sky – 48:43:53
2.           Christopher Froome (GBr) Sky – 0:02:05
3.           Vincenzo Nibali (Ita) Liquigas-Cannondale – 0:02:23
4.           Cadel Evans (Aus) BMC – 0:03:19
5.           Jurgen Van Den Broeck (Bel) Lotto Belisol – 0:04:48
6.           Haimar Zubeldia (Esp) RadioShack-Nissan – 0:06:15
7.           Tejay Van Garderen (USA) BMC – 0:06:57
8.           Janez Brajkovic (Slo) Astana – 0:07:30
9.           Pierre Rolland (Fra) Europcar – 0:08:31
10.        Thibaut Pinot (Fra) FDJ-Big Mat – 0:08:51
19.        Rui Costa (Por) Movistar – 0:19:02
72.        Sérgio Paulinho (Por) Saxo Bank-Tinkoff Bank – 1:11:41

Antevisão do Tour: Etapa 11



A etapa nº 11 da 99ª edição do Tour de France é a verdadeira etapa dos Alpes, com a inclusão de subidas históricas do Tour. De Albertville a La Toussuire - Les Sybelles, num percurso de 148 km, os ciclistas vão enfrentar duas categorias especiais, uma 1ª categoria e uma 2ª categoria e vão atingir os 2000m de altitude em 2 ocasiões, numa etapa classificada por alguns analistas como a etapa mais complicada desta edição da Grande Boucle. A última, e única, vez que uma etapa do Tour terminou na La Toussuire foi em 2006 e venceu na altura o dinamarquês Michael Rasmussen.

A etapa inicia-se em terreno plano e com apenas 148 km no dia, as tentativas de fuga irão acontecer logo ao km zero. Como aconteceu na etapa anterior, espera-se um início de corrida frenético com ataques, contra-ataques e com muitos ciclistas a movimentarem-se para ingressar na fuga certa. Mas o terreno plano é de pouca duração e logo após o km 14 os ciclistas vão iniciar o seu confronto com os Alpes.

As Montanhas


  • KM 40 – Col de la Madeleine 2000m – 25.3 km a 6.2% - Categoria Especial
  • KM 93 – Col de la Croix de Fer 2067m – 22.4 km a 6.9% - Categoria Especial
  • KM 113 – Col du Mollard 1638m – 5.7 km a 6.8% - 2ª Categoria
  • KM 148 – La Toussuire 1705m – 18 km a 6.1% - 1ª Categoria


Se se repetir a história das etapas anteriores, a fuga ainda não estará formada após os 14 km de plano, o que pode significar que a 1ª metade da Col de la Madeleine seja muito atacada e feita a um ritmo muito elevado. Se for esse o caso, é de esperar que muitos ciclistas comecem já a descolar do pelotão. A Col de la Madeleine é uma subida duríssima que, como podemos ver no gráfico, começa logo com algumas rampas bem duras no seu início. É uma subida feita por rampas e a irregularidade da inclinação ao longo da subida torna-a única.

Após a passagem pelo topo, os ciclistas enfrentam uma descida longa de quase 20 km e técnica. Após a descida temos a 2ª e última seção de plano na etapa de hoje. São 11 km que culminam no sprint intermédio ao km 70. Por os acontecimentos da etapa de ontem, podemos concluir que a luta pela camisola verde está reduzida a dois ciclistas, Peter Sagan e Matthew Goss. Os dois ciclistas podem tentar a estratégia da etapa anterior, apesar de hoje ser bem mais difícil para o conseguir. O sprint, ou não estaríamos nós nos Alpes, é feito em ligeira subida e o acesso é feito sem problemas de maior, exceto uma curva apertada à direita a 1km do sprint.

Terminado o sprint intermédio, os restantes 78 km serão feitos ou a subir ou a descer. Col de la Croix de Fer é a montanha que se segue no menu do dia. Interessante o fato da organização por o nome Col de la Croix de Fer a contagem de montanha, quando na realidade os ciclistas sobem o Col du Glandon e só nos últimos 3 kms viram-se para a estrada do Col de la Croix de Fer. Pormenores à parte, esta é uma subida muito longa e dura que começa com vários kms a direito a 7%, mas após o miolo da subida torna-se mais irregular, mais estreita e com curvas “gancho” perto do topo. A descida é muito similar, com curvas e contracurvas perto do top e estradas mais a direito perto da base.

Após a decida de sensivelmente 14 km, os ciclistas entram em nova subida, uma 2ª categoria o Col du Mollard. Apesar de no papel mostrar-se como a subida mais fácil de todas, não será por isso que irá representar um papel menor na etapa de hoje. Pelo contrário, o Col du Mollard poderá tornar-se numa tábua de lançamento para alguns grandes nomes dentro dos favoritos. Os últimos 2 km são duros e a descida que se segue é porventura a mais complicada do dia. São 16 km muito técnicos, manhosa e feita em estradas de menor qualidade. Um bom especialista em descida pode causar muitos estragos nesta descida, principalmente por levá-lo imediatamente ao final da etapa, a subida de La Toussuire.

O Final


O final da etapa de hoje coincide com a subida de la Toussuire, uma 1ª categoria. É uma subida com um grau de inclinação relativamente regular e feita na sua maioria em estradas largas e com poucas oscilações sérias de inclinação. Começa com rampas duras nos primeiros 3 km, suaviza para uns 6,5% nos próximos 7 km e após um km de plano sobe outra vez para valores acima de 7%. Os últimos 3 km são relativamente mais fáceis a 4,5% de inclinação média, com uma curva “gancho” a um km da meta e uma curva apertada a 200m.

Os Favoritos


Segundo fontes no local, Chris Anker Sorensen está ansioso pela etapa de hoje. Além dos muitos pontos disponíveis hoje para quem quer lutar pela classificação da montanha, existe outro razão para o dinamarquês ter marcado a etapa de hoje no calendário. Sorensen venceu uma etapa que terminou na La Toussuire no Dauphiné de 2008 e fez 6º numa etapa similar no Dauphiné de 2011. Claramente o homem da Saxo Bank gosta destas montanhas e ele fará tudo para fazer parte da fuga.

Como já foi mencionado, hoje é um dia importante para a classificação da montanha e quem quer lutar pela camisola das bolinhas tem que marcar presença. Como líder da classificação, Thomas Voeckler necessita de fazer parte da fuga do dia, apesar de a tarefa não ser fácil após a etapa dura anterior, da qual saiu vencedor. Johnny Hoogerland tentará também fazer parte da fuga, apesar do holandês não estar a passar por um bom momento. Veremos se David Moncoutie está a pensar na montanha ou se o seu papel é apenas proteger o seu líder Rein Taaramae.

Equipas como a Rabobank e a Euskaltel continuaram a meter homens em fuga e hoje poderá ser o dia de Laurens Tem Dam. Peter Velits e David Millar também poderão ser nomes a entrar nas tentativas de fuga.

Entre os favoritos à classificação geral, os seus nomes já são conhecidos. Espero contudo, que haja alterações por parte da tática dos grandes nomes. Deixar os ataques para a ultima subida do dia, e normalmente para os últimos km da subida, não me parece que seja eficaz e aconselhável para ciclistas que necessitam de recuperar 4/5 minutos ao camisola amarela.

Seria interessante de ver se a muito discutida aliança entre Cadel Evans e Vincenzo Nibali concretiza-se na realidade e hoje é uma excelente etapa para por essa aliança em andamento. Já se viu que os ataques de Nibali na descida fazem diferenças significativas em relação à equipa da Sky, mas sozinho o ciclista italiano não se aguenta na subida final. Um ataque em conjunto com Evans, e possivelmente Jurgen Van Den Broeck, na subida da Col du Mollard, seguido de um alargar de vantagem na descida longa e complicada até à base da La Toussuire e depois um trabalho entre os três na subida final de modo a manter ou alargar a vantagem para o grupo do camisola amarela, parece-me a mim uma estratégia forte para derrubar a armada da Sky. Esperemos para ver se põe esta estratégia em prática.

As probabilidades de uma fuga resultar são menores quando comparadas com as da etapa anterior e por isso haverá ciclistas com a intenção da vitória na etapa a desferir o seu ataque na subida final. Com a acrescentada motivação da vitória do seu companheiro na etapa de ontem, Pierre Rolland certamente irá atacar o grupo dos favoritos. Alejandro Valverde mostrou ontem o retorno da sua boa forma e poderá hoje ter uma palavra a dizer. Espera-se também que Frank Schleck mostre-se finalmente neste Tour e o jovem Thibaut Pinot não irá recusar-se a atacar se as forças estiveram lá, ele que fez 2º na etapa do Dauphiné 2011 com a mesma chegada.


A transmissão televisiva começa por volta das 12:00, podendo acompanhar a etapa na Eurosport por volta da mesma hora, com o final da etapa previsto por volta das 16:30. A etapa será transmitida na íntegra pela Eurosport e sendo uma das etapas mais importantes e espetaculares desta edição do Tour de France, aconselho vivamente a seguirem a transmissão por completo.