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domingo, 30 de outubro de 2011

Cartão Azul: Orgulho basco




O Athletic é famoso pelo seu estatuto, que só permite jogadores bascos na equipa principal - podem até ter nascido fora da região geográfica do País Basco, contanto que tenham origens bascas ou que tenham sido criados na cultura basca. O embrião da regra surgiu em 1911 e era bem mais rígido: por um tempo, foram aceitos apenas jogadores da província de Biscaia, posteriormente passando a aceitar jogadores de províncias bascas vizinhas.
Um novo abrandamento veio mais tarde, com o clube admitindo jogadores estrangeiros, desde que possuíssem origens bascas.
 Actualmente, o clube aceita estrangeiros sem raízes bascas, contanto que tenham sido educados na cultura basca.
A concessão a estrangeiros permitiu que alguns forasteiros de sangue basco defendessem a equipa: o chileno Higinio Ortúzar (1939-1943), o filipino Ignacio Larrauri (1941-42), o brasileiro Vicente Biurrun (1986-1990), o venezuelano Fernando Amorebieta (desde 2005) e o mexicano Javier Iturriaga (2006-07).
 Raríssimas excepções foram feitas, a Mario Bermejo, espanhol da Cantábria, presente na temporada 1997/98, e a Loren (1989-1991), de Castela e Leão. Há também os casos de Santiago Ezquerro e David López, que nasceram na província de La Rioja, por vezes considerada como basca, embora não por muitos.
Mesmo com a região histórica do País Basco abrangendo também território da França, só um basco francês jogou no Athletic,  Bixente Lizarazu, que esteve apenas em parte da temporada 1996/97. Em 2009, foi integrado o primeiro negro da equipa principal: Jonás Ramalho, filho de um angolano com uma basca.

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